Num momento em que vozes de protesto no mundo todo se levantam, e algumas aqui dentro deste blog, contra o comércio ilegal e imoral com o regime de Teheran, boa parte dele sendo efetuada dentro da esfera alemã em clara contraposição ao discurso de Angela Merkel no Knesset, discurso que apesar de ter me gerado esperanças não me deslocou de um realismo que o observar da situação exige, uma postura oficial do governo Suiço causa aversão á aqueles que acompanham o discurso genocida do ditador Ahmadinedjad.
No entanto esta negociata é na realidade o término desta matéria , pois para iniciá-la temos que comentar a origem do caso, o discurso de Ahmadinedjad e sua promessa de morte á Israel.
Evidente que o politico iraniano tentou á partir de suas alegações e á partir de seus ataques verbais á Israel e guerra por procuração á este Estado através de sua fração terrorista Hizbolláh, iniciar uma campanha internacional para melhorar a imagem de seu governo, os que se aproximam dele seja por interesse financeiro seja por afinidade religiosa, tem tentado desde então inverter o sentido das ameaças de Ahmadinedjad que por si representam uma declaração de guerra e legitimariam um ataque preventivo de Israel ás instalações nucleares iranianas, é este o receio do ditador de Teheran.
Após ter concedido uma razão á Israel, uma tal que deixa fora de questão a legitimidade de um ataque armado ele, Ahmadinedjad, corre pelo mundo tentando costurar acordos com governos suspeitos, incluíndo ai Chavez e o governo da Suiça que lucra com a desgraça de povos e criminalidade internacional há décadas, tentando reduzir a força do Jus Beli que ele concedeu, o dramático nisto é que enquanto a estratégia que ele assumiu parece surtir efeito diminui as possibilidades de Israel utilizar esta vantagem para sí e o Irã se aproxima á passos largos de sua bomba atômica.
Mas não adianta muito eu comentar oque ele disse enquanto existem pessoas afirmando nos blogs de 2° classe da blogosfera brasileira..exatamente o contrário, disse-pelo-não -disse…segue aqui uma explicação…
Tempos atrás uma catedrática iraniana residente na Alemanha, Katajun Amirpur, ela mesma uma estudiosa do Islã, publicou uma matéria no jornal alemão Sueddeutsche acusando certos setores da imprensa e governos em estarem imputando á Ahmadinedjad palavras que ele não havia dito, coloco trechos do artigo aqui para que vocês formem sua própria opinião:
Artigo completo no original em alemão
Fato é: As fantasias de extermínio que são imputadas ao Irã são baseadas na seguinte frase(proferida por Ahmadinedjad)>>¨Israel must be wiped off the map¨.
Nenhuma outra afirmação é mais associada á Ahmadinedjad do que esta, a de que Israel tem que se eliminado do mapa, o problema está no fato de que ele nunca proferiu esta afirmação, nunca usou as palavras ¨mapa¨ou mesmo ¨eliminar¨. A versão original persa do discurso de Ahmadinedjad sobre israel é menos marcial do que a tradução que diversas agências de noticas publicaram no idioma inglês.
Oque aconteceu então: No dia 26.10.2005 Ahmadinedjad fez um discurso na conferência ¨O Mundo sem Sionismo¨, presentes estavam todas as maiores agências de notícias do mundo, as agências que passaram este trecho do discurso foram..(AFP)-Apagar Israel do Mapa, (AP,Reuters) Eliminar Israel do mapa,(DPA) Exterminar Israel. No entanto Ahmadinedjad afirmou o seguinte|>>> ¨in rezhim-e eshghalgar bayad az safhe-ye ruzgar mahv shavad.”
A tradução correta seria: ¨Este regime de ocupação tem que sumir da história.¨ou ainda em expressão menos florida ¨O regime de ocupação tem que ser terminado¨. Isto não é nenhum clamor para uma guerra de eliminação mas sim um chamado para que a ocupação de Jerusalém acabe.
…O caso da tradução do Memri é no entanto mais acurado do que as das Agências de notícias, a tradução feita pelo Memri e que se baseou diretamente no texto em Farsi publicado pela agência de nótícias iraniana continha a seguinte tradução em material publicado no dia 26.10.2005>> ¨Este regime que está ocupando Qods (Jerusalém) tem que ser eliminado das páginas da história¨.
A tradução do Memri só é inexata quando traduz o verbo transitivo ¨eliminar¨ confundindo-o com o verbo intransitivo ¨desaparecer¨, assim confundindo ou trocando uma situação direcionada e ativa da eliminação por uma outra que era passiva e sujeita á um certo desenvolvimento.
O resto do texto da referida senhora, que hoje é reconhecida como porta voz dos muláhs na Alemanha, é dispensável para a compreenção do que pretendo comentar.
Em primeiro lugar tenho certeza que a comunidade judaíca e os sionistas ativos neste mundo agradecem de coração aquilo que sempre foi dito, que o Memri é uma entidade idonêa que está á serviço da verdade dos fatos e de que a qualidade de seu trabalho em certos momentos excede aquele das agências internacionais de notícias.
Considerando que as agências comentadas são tradicionais fornecedoras de material duvidoso na descrição do conflito no Oriente Médio, isto é fato e não uma suposição, não existe motivo nem lógica para se duvidar dos relatos feitos pelos seus correspondentes que não são amadores em seu serviço, apesar do bias ¨normal¨quando a situação exigiria neutralidade, Israel é sempre o vilão da história, sendo assim confio mais nas notícias que foram fornecidas por estas agências do que na ginástica retórica da analista em questão.
Mas o caso não é comentar a verdade sobre o Memri mas sim a distorção da verdade que a matéria desta senhora carrega.
Ou ela pensa que todo leitor deste mundo é burro, ou ela mesma é incapaz em estabelecer qualquer relação inteligente entre causa, efeito e circunstância, ou ainda ela agiu de forma determinada num trabalho de contra-informação, pois querer relativizar o discurso de Ahmadinedjad numa conferência sobre Sionismo que prega, conspira, incentiva e apóia sua extinção e desta forma a extinção do Estado de Israel como tal em sí é um discurso de guerra.
Linguagem diplomática é passiva ao meu ver por definição e necessidade, linguagem agressiva pertence á um ponto das negociações onde justificativas estão sendo dadas para o desenvolvimento de um quadro de conflito armado, seja para a população de um país seja para a comunidade internacional, ou seja quando se está ás portas da guerra, que Ahmadinedjad tenha usado uma linguagem passiva isto é mais que normal, é esperado…a não ser que ele tenha a intenção em dormir num bunker pelos próximos meses enquanto suas instalações militares e estratégicas vão voando pelos ares com os ataques que vai receber. Definitivamente não seria sua estratégia dizer oque disse com outros termos, mas isto não diminiu oque ele fez, não elimina suas intenções.
Sionismo.
Como movimento pela criação da Pátria judaíca o Sionismo cumpriu sua função, mas o desenvolvimento político não fez desaparecer a necessidade da presença de seu espírito que inclui luta, idealismo e consciência da necessidade da união deste povo, querer destruir o Sionismo de fato é querer destruir Israel pois não existe intenção entre fanáticos como Ahmadinedjad em tolerar a presença de infiéis numa terra em que ele considera de domínio islâmico, ignorar isto é assinar explicítamente a proposta genocida de Ahmadinedjad.
E na minha opinião, muito infelizmente, o Casus Beli já está configurado.
Apesar deste fato empresas internacionais e governos não estão dispostos á cortarem seus negócios com o governo de Teheran, para a realização do projeto politico teocrático do iraniano o alcance de uma arma nuclear é fundamental, primeiro pelo seu valor simbólico e benefício que isto gera ao Irã no mundo islâmico, segundo pelo poder de persuasão que isto representa, um poder que nas mãos de fanáticos pode migrar de ameaça para procedimento de guerra de forma rápida, o Iran carrega na sua conta centenas de milhares de mortes de adolescentes iranianos mandados á guerra como mártires, é este o modus operandi dos revolucionários de Khomeini.
Pois apesar disto fomos surpreendidos com duas notícias que estão causando um pouco mais do que preocupação, e elas vieram da Suiça, conforme relatou o website Lizas Welt no idioma alemão.
A primeira
Switzerland offers ‘Holocaust perception’ meet with Iran
Swiss president secretly offers Iran to hold ‘perceptions of Holocaust’ conference in Geneva. Proposal nixed amid Swiss political objections. ‘The Swiss government owes an apology to all Holocaust survivors,’ says ADL…
A segunda
Neutralidade como desculpa.
A Sociedade Suiça de Eletricidade Laufenberg assinou um contrato milionário com o Irã. Ao contrário de outros países a Suiça não tem nenhum problema em manter contatos com os inimigos de Israel.
Os suiços não são só parceiros dos austríacos no futebol (Copa Européia), enquanto os austríacos negociam óleo com os iranianos num volume de 22 bilhões de Euros os suiços da Sociedade de Eletricidade Laufenburg assinaram um contrato agora em meados de março para um fornecimento anual de 5,5 bilhões de metros cúbicos e gás natural que entrerá em vigor á partir de 2011. Atendendo ao pedido do governo iraniano a assinatura do contrato foi feita com a presença da ministra suiça Micheline Calmy-Rey em Teheran.
Com isto é claro que para o regime iraniano a coisa não se relaciona somente em torno do negócio em termos financeiros em sí, o comércio internacional é usado aqui também como instrumento no conflito em torno do programa nuclear iraniano e na tentativa em se isolar através da propaganda deste relacionamento comercial tanto os USA como Israel.
A social democrata Calmy-Rey mostrou com seu comparecimento sorridente á cerimônia do contrato usando o tradicional véu muçulmano que aceita esta situação. Em verdade ela é considerada uma predestinada á este papel, já no ano de 2006 ela mesma sugeriu ao governo iraniano um seminário conjunto na Suiça com o tema ¨Diversas percepções do Holocausto¨ e com isto sinalizou ao regime de Teheran que legitimava a relativização do Shoa.
O embaixador iraniano em Bern externou com satisfação o fato da Suiça ter reconhecido a ¨República Islâmica¨logo após sua instauração em 1979, de acordo com ele..¨o relacionamento entre ambos os países se desenvolvem muito bem e pacificamente se comparados com outros países europeus…¨. A Suiça mantém igualmente contato com aliados iranianos situados nas fronteiras com Israel. Que ambos, Hamas e Hizbolláh preguem a destruição de Israel, e que isto seja aceito pelo Ministério do Exterior suiço foi motivo de severas críticas o embaixador israelense Ilan Elgar. Este procedimento da Suiça foi justificado com a desculpa da neutralidade do país.
A visita ao Iran da Ministra do Exterior da Suiça não foi anunciada oficialmente, o motivo reside nas criticas dos USA em relação á este tratado, além da forte oposição da Associação Israelita Suiça bem como de Israel que entregou protesto oficial ao governo suiço em meados de março. O fornecimento de gás está previsto para um periodo de 25 anos e no total se estima um negócio em torno de 18 bilhões de dólares, de acordo com informações do Neuen Zuercher Zeitung seriam 18 bilhões de dólares ao ano.
Aparentemente firmas como a Axpo, filiada á EGL, ou mesmo a empresa austríaca semi estatal OMV, estão dispostas á enfrentar as sanções dos USA, ao contrário do banco UBS, União dos Bancos Suiços, que suspendeu suas operações com o Irã oficialmente em 2006, as empresas de energia consideram os ganhos em relação ao Irã como justificáveis uma vez que não tem nada á perder com pressões, elas não possuem interesses diretos no mercado norte-americano.
Um risco econômico permanece mesmo assim pois este tipo de negociação, que trás em sí sanções e esforços de isolamento político contra o regime anti-semita e apocaliptico de Teheran além de um provável cenário e guerra na região com as óbvias consequências que isto poderia acarretar á estas empresas, e que com grande possibilidade ocorrerão.
Mas oque uma Iraniana exilada na Suiça tem á dizer para a dama do sorriso mortal, senhora Calmy ?
Zahra Erfani
Carta aberta á Micheline Calmy-Rey
Sua excelência senhora Calmy-Rey !
Eu sou uma mulher iraniana que vive no exílio na Suiça e é para mim uma honra ser membro da Social Democracia, á sua competência como socialista fui diversas vezes orgulhosa no passado.
Há 22 anos não posso mais visitar o Irã, eu tive que abandonar meu país, assim como milhões de outros iranianos. Meu direitos fundamentais me foram tirados, meu direito em me trajar como quisesse, ao invéz disto era obrigada á usar a roupa que outros me determinavam.
As mulheres iranianas são roubadas de seus direitos com leis totalitárias seja em postos de trabalho, liberdade de locomoção, direito á separação conjugal, guarda dos filhos, direito á expressão artística como a dança ou o canto, nos esportes como nas Olimpíadas ou até em banhos no mar.
A consequência disto, desta separação entre sexos é um apartheid sexual, onde mulheres são seres humanos pela metade em comparação com os homens, durante hum século as mulheres lutaram pelo seu direito em se vestirem da maneira que elas achassem mais adequada, nos últimos 30 anos perderam tudo e isto através de prisões, tortura e morte.
Estimada Micheline Calmy-Rey, desejo chamar sua atenção para que ao contrário do que a senhora declarou no dia 03.04.2008 na abertura do Congresso sobre igualdade na Casa do Povo(Volkshaus) em Zurique, oque a senhora tinha na cabeça não era ¨somente um fino pedaço de pano¨, era mais mais doque isto, foi muito mais do que isto..foi uma afronta aos esforços das mulheres iranianas e de outras mulheres em outras regiões e países pela validade de seus direitos em usarem roupas e se trajarem com liberdade.
Aquilo que lhe cobriu a cabeça é um sinal de humilhação da mulher iraniana e uma violação de seu direito pelos homens dentro de um sistema patriarcal em vigor no Irã, e num patriarcado as mulheres são sistemáticamente dominadas pelos homens, além disto num patriarcado religioso as mulheres são excluídas já dentro da doutrina religiosa de forma definitiva. O simbolo que a senhora trajou, o véu, é um simbolo de animosidade contra as mulheres, do barbarismo do sistema do regime dos Muhlás terroristas no Irã, de um regime que não reconhece a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Na verdade existe uma grade distância entre o regime dos Muláhs e o regime secular suiço. De maneira consequente os Muláhs se dedicam contra regimes livres, democráticos e civilizados onde existe o Estado de Direito.
Estimada Micheline Calmy-Rey, os Muláhs conhecem uma série de truques para que escapam da isolação e são extremamente felizes com o negócio que puderam estabelecer através da senhora, deste acordo comercial que a senhora firmou sem precisar temer as consequências para seu governo.
O regime está muito feliz em poder roubar dos iranianos os beneficios deste acordo, a população do Irã, a legitima proprietária dos recursos negociados não vão se beneficiar deles.
Estimada Micheline Calmy-Rey, sua atitude é infelizmente chocante e fere o coração de muitos iranianos. A senhora firmou um contrato com um regime fanático, inimigo das mulheres e terrorista e com isto a senhora sabotou uma luta dolorosa de mulheres iranianas pelos seus mais mínimos direitos. A senhora através de sua atitude em trajar um véu mostrou uma posição de appeasement, um caro empréstimo ao regime fascista, reacionário, medieval, corrupto e criminoso dos Muláhs.
Este regime onde dissidentes são apedrejados, mãos e pés são amputados e seus opositores enforcados publicamente, este regime não merece nenhuma legitimização. A grande maioria dos iranianos boicotou abertamente as últimas eleições parlamentares.
Como advogada pelos direitos da mulher tenho profundo respeito por sua pessoa e pensei que a senhora realmente tivesse a intenção em estabelecer um diálogo com o ex-carrasco Ahmadinedjad. Aqueles que lutam pela democracia e liberdade esperam de políticos europeus que boicotem a assim conhecida República Islâmica do Irã para que assim se diminua o sofrimento da população iraniana, uma população que quer substituir este regime criminoso por um regime democrático.
Eu tenho esperança na sua solidariedade frente ao povo iraniano, em especial pelas mulheres que há quase trinta anos foram tomadas como reféns por este regime criminoso.
O regime iraniano deveria ser levado aos tribunais por crimes contra a humanidade.









Se Ahmadinedjad pedisse para ela andar de quatro, creio que ela o atenderia.
Zé,
Ele pediu e ela andou, mas oque me chocou mesmo foi a proposta negacionista que esta senhora fez ao governo de Teheran.
Well, Felix, um congresso revisionista em Berna teria resultados bem diferentes de um mesmo realizado em Teerã, onde parece que a inscrição de delegados que afirmavam a existência do holocausto foram negadas.
Todavia, como a Suíça é um dos seis países no mundo em que negar o holocausto dá prisão (o Brasil em breve deve ser o sétimo), a proposta de Calmy-Ray, além de colocar seu país em terreno delicado, é um contra-senso, pois vai de arrepio às suas próprias leis.
Em suma, a mulher aparentemente caiu mesmo de quatro. Que feio para a imagem do pequeno país alpino.
Félix
A situação está bem pior do que imaginava, não consigo ver que politicamente seja interessante para a Suiça ver o fim de Israel, não é possível que haja interesse do Estado Suíço em querer isso, ou há?
Acharia menos pior se assim o fosse, o interesse parece ser puramente economico ( não obstante a consideração de que atualmente cada vez menos sabemos o que é público ou privado) o que torna a coisa ainda mais enojante.
E eu acreditava que a Europa era o último bastião dos princípios, quanta ingenuidade.
Empalem ele!!!!
Enforquem ele com cordas de piano!!!!
Afoguem ele devagarinho, ressicitem-o e afoguem-o de novo…assim 200 mil vezes.
Que volte a crucifixao!!!!
Joguem ele aos leoes!!!!!
Queimem ele vivo !!!!
Arranquem a barba dele ,cabelinho por cabelinho!!!!!.
Mata e queima!!!!!
ponham nele um supositorio de ITU!!!!!
Mandel ele passar uma temporada em bangu II
É uma figura mesmo o Ahmadinedjad (detalhe do tamanho) apesar das recomendações exemplares do Mordechai cão que ladra não morde!
Posso ate nao morder, mas esse cara empalado, com um vergalhgao de ferro entrando elo anus e saindo pela boca , isa ser um espetaculo maravilhoso!!!
Hoje o Times publicou fotos de um local no Iran onde esta se fabricando misssies intercontinentais com alcance de 6 mil kilometros.
Esta na hora de levar esse cara a serio e empalar ele jutamento com todos os aiatollas.
E assim caminha a humanidade, gado cevado e anestesiado pela gorda ração diária no cocho, aderido ao sistema ao ponto de esquecer a própria humanidade, não falo dos Ahmadjinedades etc caterva e sim da sociedade em geral que mansos e obedientes caminham sem perceber, e se percebendo, conformados para o matadouro.
Um homem sem princípios e sem coragem não passa disso, uma rês a mais neste rebanho que acha que os limites de sua cerca cotidiana são o suprassumo da liberdade, segundo Maquiavel, os homens das cidades, a burguesia entende-se, tornaram-se fracos e efeminados.
Não há como não concordar, a guerra continua, mas quase não há mais soldados, nem líderes. Somente empresários e consumidores.
Rogerio
,muito agradeceria que me explicasse a sua ultima messagem.
Felix, só agora pude ler o post na íntegra. Ficou muito bom e esclarecedor. Deveria ser lido por aqueles que usam a liberdade de expressão para defender um governo de um país onde você só tem liberdade, se for e pensar como um muçulmano. Eu acho que pessoas que falam bem do governo do Irã são tendenciosas…
Eu também ainda não consigo enxergar um interesse da Suiça além do econômico. Será que lá há sociedades secretas neonazistas? Ou simplementes há socialistas que acham que apoiando o Irã, estarão apoiando os palestinos?
Ouvi dizer que na guerra Irã X Iraque, o exército iraniano, para contratacar, teria que atravessar um campo minado montado pelos iraquianos numa região fronteiriça. O governo Iraniano então juntou um grupo de adolescentes Iranianos, induzindo eles a atravessarem correndo o campo minado ‘em nome de Alá’, e limpando a área e indo pelos ares, para o exército poder passar.
Um sistema de governo que faz isso com a molecada, o que não seria capaz de fazer?
Não é só o Irã que manda a molecada morrer no Iraque.
Claudinha, depois sou eu quem gosto de botar lenha na fogueira
E quem mais usa a molecada? Deixa eu adivinhar…. Seriam os americanos?
Você vê diferenças substanciais entre os casos?
A diferença é que a molecada americana foi armada até os dentes, enquanto a iraniana foi só com a roupa do corpo. Deveriam ser bem mais novos até.
E?
E assim, a molecada americana ainda podia ter esperança de voltar pra casa.
Nunca havia pensado na questão por esse viés “humanitário” que você colocou.
Na verdade Claudinha, aposto que as molecadas de ambas a partes não gostariam de estar na linha de frente de guerra nehuma. Agora, pelo menos pra mim, faz muita diferença se um governo manda para a guerra uma molecada com recursos pra isso, ou se ele manda uma molecada civil, totalmente despreparada.
E os motivos não importam?
Não Claudinha, dependendo dos métodos, os motivos já não importam mais. Ou você acha que os fins justicam os meios?
“justificam”
Mas de uma coisa você pode ter certeza, Mensageiro. Esses moleques iranianos são o objeto de desejo de qualquer general do mundo.
Não entendi nada do que você disse…’dependendo dos métodos os motivos já não importam mais’. Quer dizer que se os iranianos estivessem armados tudo bem morrer por Alá?
Eu, hein? Depois sou eu quem perdi a esperança na humanidade. Você quer ser uma profetisa do Apocalipse?
Claudia,
O Mensageiro comentou uma situação real que só teoricamente poderia ser comparada com outras matanças de jovens em guerras por governos, o Iran alterou suas leis para que fosse possivel alistamento de adolescentes como mártires do Basidj, o partido de Ahmadinedjad,
Isto de acordo com Bruno Schirra, jornalista alemão especialista nesta questão e que já teve a BND no pé (Bundesnachrichtendienst- Inteligência alemã) por revelar as conexões de Ahmadinedjad com o Al Qaeda á partir de vazamentos dentro da comunidade de informações.
O Basidj, e o Pasdaran sua tropa de choque que nada fica a dever para as SA de hitler, o sistema de influência que os Muláhs instituiram no Irã são um risco que atinge Israel, o próprio povo do Irã e também a Europa.
Um bom final de semana.
Mordechai,
Eu meditei sobre minha posição naquela discussão que tivemos sobre a Alemanha, e percebi que não estava sendo 100% imparcial, entre esperança e realidade…comecei á colocar a esperança na frente dos fatos, e você tem razão quanto á sua indignação e eu estou disposto á ir mais fundo na averiguação dos fatos e coloca-los aqui.
Mensageiro
Bem lembrado o lance das crianças mártires do Irã !
Bom Claudinha, um exemplo que eu poderia dar seria que um dos motivos para você treinar um exército, é para proteger sua população civil e não para colocar na linha de frente. Então, através dos seus próprios métodos eles deturparam seus fins.
Bem, Felix, em se tratando de Oriente e Ocidente parece que tudo só pode ser comparado apenas teoricamente.
Não exatamente, Mensageiro. O exército, na verdade, é mais instrumento de aumento de poder do Estado.
Numa ditadura, talvez… Por isso que seu ídolo, o Chavinho, está se equipando, né Claudinha?
Mas mesmo assim, o exército existe para que o povo, principalmente crianças, não precisem lutar…
Você quer me vencer pelo cansaço, né Claudinha?
Não, na História de uma forma geral, Mensageiro.
Leia Clausewitz, Mensageiro. Da Guerra é o livro de cabeceira de todos os generais.
Bom fim de semana, Felix e aos demais.
Claudinha. não me intesso muito por esse tipo de literatura. Ou você acha eu sou um general, um senhor da guerra? Por mim, e se você concordar, este assunto termina aqui. Até o próximo labirinto!
Felix,
Nao sou d’aqueles que tem paranoia e vem antissemitismo em todas as coisas, eu apenas vejo a realidde como ela e e nao como eu gostaria que ela fosse.
Nao sou nenhum fanatico e o que me preocupa e a existencia da nossa Patria.
Nao e possivel nao ver os dois pessos e as duas medidas com que a alemanha trataria o assunto iran, se ao inves de Israel, fosse um pais europeu o ameacado. O mesmo comportamento vemos da parte da inglaterra e viamos departe da franca.
Felix. nao me indigno, eu me armo e espero pelo confronto que e inevitavel.
Mensageiro
leia o tio patinhas, vra como os capitalistas sao ruins.
Mordechai
Desculpe-me se fui enigmático, mas estava falando desta história do contrato de uma empresa Suíça para o Iran mas que pode se estender para o resto, acho que o mundo está ficando anestesiado pela droga consumo e conforto, vendeu, comprou e consumiu, tá ótimo. Não precisamos nos preocupar com mais nada. É meio simplista mas acho que é por aí.
Enquanto isso os pilantras no poder se aproveitam desta alienaçaõ.
Mordechai:
Acho que você destacou um ponto importante. Se a vítima potencial fosse algum país europeu ou os EUA (lembra da Líbia, Lockerbee etc.?), a atitude internacional seria bastante outra: Kaddafhi está até hoje com o anel de couro dolorido, se me permite a expressão, com o tratamento VIP que Reagan lhe deu, quiá, quiá, quiá!
Esses europeus sao muito bons de falar.
Mas querem a turquia bem longe.
Engracado que o tal do Ira nem liga que seus amiguinhos mulculmanos turcos sao discriminados abertamente pelo resto da europa, principlamente na alemanha.
que palhacada!
Massa,
Gostaria que você nos explicasse na sua opinião quais são os mecanismos de discriminação dos turcos na Alemanha e em que você baseia sua defesa para a inclusão da Turquia á UE.
Cláudia,
¨Bem, Felix, em se tratando de Oriente e Ocidente parece que tudo só pode ser comparado apenas teoricamente.¨
Veja, vamos ter primeiro que ser mais específicos com o termo Oriente, segundo que nesta questão em particular no Irã houve um massacre de jovens iranianos pobres manipulados que não encontra paralelo nos dias de hoje no Ocidente.
É claro que outras guerras seguem um esquema de doutrinação que em principio não foge do mesmo mecanismo de ilusão e exploração de uma elite em relação aos outros, mas os pontos importantes aqui são:
Os mecanismos legais que temos para controlar esta situação e de forma relativa, mas presente e em certos casos eficiente, uma imprensa que denuncia e fomenta a resistência contra abusos.
O caso de Kareem demonstra bem oque quero dizer, e guerras religiosas são as piores entre uma situação que de todas é a pior, a situação da guerra.
Primeiro eu nao defendo a turquia na UE. Nao tenho uma opiniao formada sobre isso.
Eu falei que a UE nao quer a turquia, o que e’ a pura verdade. Mas por outro lado fica falando e querendo ser amiguinho de paises mulculmanos. E’ umabaita de uma inconsistencia. Se querem mesmo ser amiguninhos que comessem por quem esta mais perto, nao e’?
Quanto ao processo de discriminacao de turco na alemanah e’ o de sempre como em qualquer lugar. “Gosto de turco,inclusive tenho muitos amigos turcos, mas nao pra’ casar com minha filha!”
Nao e’ assim que discriminacao funciona?
¨Primeiro eu nao defendo a turquia na UE. Nao tenho uma opiniao formada sobre isso.¨
Quem sabe possa formar uma, quem sabe eu mesmo possa me posicionar com mais segurança neste porém, existem pontos perigosos demais neste caso.
¨Eu falei que a UE nao quer a turquia, o que e’ a pura verdade. Mas por outro lado fica falando e querendo ser amiguinho de paises mulculmanos.¨
Dois pontos complexos, primeiro quem é a UE…seu povo ?
Não existe na realidade um povo da UE, existe um problema sim entre islâmicos e populações de diversos países europeus, alguns mais outros menos, e a responsabilidade como já coloquei numa série de oportunidades estão nos dois lados da questão, em termos de negociação de adesão á UE a própria Turquia tratou em se excluir, os nacionalistas turcos não querem esta adesão, não querem uma mudança drástica em seu código penal nem querem se ver atados á leis comuns européias, passando pelos problemas com os kurdos até o próprio reconhecimento do genocídio armênio.
Se a Turquia realmente quisesse ser parte da União os governos europeus mais interessados em dinheiro do que necessáriamente suas populações desejam, assinariam o tratado de qualquer forma, assim como incluiram a Polônia, Hungria, Rep. Tcheca, etc etc.
¨Mas por outro lado fica falando e querendo ser amiguinho de paises mulculmanos.¨
Sua associação muçulmano x turquia é um erro, Erdogan apesar de ser religioso é de longe menos perigoso do que nacionalistas turcos, aliás Erdogan tem apoio aberto da União Européia contra os militares na Turquia, estes que as pessoas pensam garantirem os valores seculares de Ataturk, os problemas do lado europeu naquilo que se refere á politica pouca ou nenhuma relação tem com religião.
¨E’ umabaita de uma inconsistencia. Se querem mesmo ser amiguninhos que comessem por quem esta mais perto, nao e’?¨
Não, não é.
Em verdade os europeus são bem próximos dos árabes, mais próximos do que eu gostaria e se não fosse assim eu e o Mordechai não teriamos tanto para comentar em termos de maracutaias em negócios e informações distorcidas sobre Israel, no entanto minorias na Europa, sejam elas quais forem, sempre encontram problemas.
¨Quanto ao processo de discriminacao de turco na alemanah e’ o de sempre como em qualquer lugar. “Gosto de turco,inclusive tenho muitos amigos turcos, mas nao pra’ casar com minha filha!”¨
Correto, é o de sempre em qualquer lugar, infelizmente ignorantes você encontra em todos os espaços, culturas, etnias etc etc
Mas casar com filha…ai nem tanto, os alemães de maneira geral aceitam casamentos nestas condições, integração depende muito da vontade de quem chega á sociedade, quando o camarada se recusa á isto o atrito já está programado.
Aliás quem costuma matar suas filhas na rua, geralmente fuziladas são os turcos quando descobrem que suas filhas estão namorando ou pretendem se casar com um alemão.
A discriminação no entanto existe, se manifesta de forma ás vezes nem tão sutil, e para comentar como ela funciona poderia ainda tocar no assunto da educação pública.
Mas uma coisa é verdade, são dois os lados que se discriminam, esta é uma via de duas mãos.
Felix,
Turquia e’ muito mais mulculmana do que pensas. e esta’ ficando mais…
.
A turkia um pais muculmano e ninguem sabe quando e que a onda radical religiosa podera virar a mare e tomar o poder, ai havera um pais radical islamico como membro da UE.
Isso sem contar que, como membro da comunidade economica, os cidadaos turcos poderiam entrar e sair ilvremente da europa sem qualquer control. Ai estao pondo o pescoco na forca.
Estao brincando com fogo ou sao tao tolos que nem desconfiam do perigo do radicalismo Islamico. Is
Massa,
Se é mais do que penso eu não sei, mas concordo que a coisa está se agravando.
Mordechai,
Existe um gancho nesta situação que você descreveu, pois se formos pensar friamente o maior risco de radicalização islâmica na Turquia acontece se ela permanece fora da UE, uma proposta encarada seriamente pelos dois lados forçaria o turcos á secularização.
Não vejo chance alguma da Turquia vir á ser membro da UE, basta um único país europeu vetar e vai tudo por água abaixo, e o ânimo não melhora em favor da candidatura dos turcos de jeito nenhum, principalmente porque não existe interesse de Ancara em melhorar sua imagem.
Sério…ás vezes tive a impressão que a proposta não era a da inclusão da Turquia á UE, mas a inclusão da UE ao Império Otomano.
Mordechai:
É o que já lhe disse: na esperança de conquistar o mercado turco e através dele alcancar todo o do Oriente Médio, está-se brincando com fogo. Ou, no adágio do velho Marx, adaptado a uma situação que ele não poderia ter previsto, o capitalismo (leia-se Ganância) produzirá a própria corda com a qual o enforcarão.
Pois é. A corda já foi fabricada. Agora estamos deixando que a amarrem em torno de nosso pescoço.
Ou essa gente se civiliza e admite valores contemporâneos, como liberdade religiosa, primazia da lei, liberdade de expressão, etc. ou fica difícil a conviência no mesmo espaço.
Ze mane
O mais eu analiso e o mais fico fatalista.
O idiota do Carter ira visitar os chefe dos terriistas do hammas na siria, a Russia disse que hammas e uma realidde e que temos que lidqar com eles ( claro que para os russos isso nao se aplica na tchetchenia). I iran continua a dizer descaradamente que esta afim de ter armas atromicas e o mundo continua ..se reunindo.
A siaria fala em guerra com Irsael, o libano fala em guerra com Israel, hammas fala em guerra com Israel o Iran fala em guerra com Israel, e parece que todso estao cegos, surdos e mudos e para piorar os politicos e Israel ainda falam em devolver a siria as colinas do golan.
O armaguedon tao falado pelos cristaos esta se preparando e parece que ninguem percebe.
Massa
que bom ve-lo de novo!! espero que continue frequentand este espaco.
Felix
a maoiria dos paises europeus esta a favor da entrada da turkia na UE. A Franca, agora sob a presidencia do sarko, esta viceralmente contra, na epoca dos gaulistas era a favor.
Acho que e o que postei para o ze mane…com tanta ifalta de inteligencia da parte dos politicos o armaguedon e inevitavel.
¨O armaguedon tao falado pelos cristaos esta se preparando e parece que ninguem percebe.¨
Mordechai:
Muita gente acha que as ¨visões¨ de João, descritas no Apocalipse (sim, é Novo Testamento) são coisa de problema com gente com pouca oxigenação no cérebro. Se porém vencer sua compreensível reserva e folhear o livro, há lá referência aos ¨últimos tempos¨, nos quais os inimigos de Israel o cercam com exércitos numerosíssimos para destruí-lo.
Quando os israelitas se apercebem de seu eminente fim, que estão perdidos, clamam aos céus por Hashem, o qual lhes envia o Messias, que destrói seus inimigos.
Sim, parece coisa de doido, fanático religioso, né? Mas é incrível como se assemelha ao cenário que está se formando.
Faço coro com você, quando afirma que Hashem é a única esperança de Israel, que não desamparará seu povo.
Mordechai,
Não se esqueça da Dinamarca, Espanha, Irlanda e Holanda, estes países (a Espanha não estou bem certo) fazem plebiscito para decisões polêmicas em torno da UE, duvido que se o tema for á votação ele passe, na Alemanha pode esquecer…aqui o povão não decide nada
E por falar em Siria…você leu o artigo de Caroline Glick no JP sobre oque o Irã aprontou com Assad ? Vale a pena dar uma olhada.
Felix
veja cpmo a coisa e mais simples de entender, so nao ve quem nao quer.
Na fronteira norte o Iran rearmou hezbollah e, provavelmente tem hoje uma capacidade maior do que a que tinham antes do seguinda guerra do libano. Hezbollah nao para de falar de uma guerra contra Israel..
Na outra fronteira norte, a siria se rearma e movimenta tropas e recusros belicos em direcao ao golan. A siria nao para de falar em guerra contra Israel.
hammas foi armado pela siria e calcula-se que tem milhares de foguetes, varios de longo alcance para atacar Israel a aprtir da frinteira sul. hammas esta atacando impunemente diariamente Israel., so esperando um sinal do patrao para atacr de forma massiva.
Assim, se todos atacarem de uma vez, o exercito de Israel, que nao tem recursos ilimitados, sera enfraquecido na necessidade de abrir tres frentes de combates, todos eles armados, mantidod e mandados pelo iran.
Tudo isto sem contar a possiblifdade dao Iran sim atacar Israel com armas quimicas, atomicas ou convencionais.
Ze mane
e impossivel reconhecer que o scenario esta se desenhando, Mesmo ateu fanbatico nao pode deixar de ver as semelhancas entre o que esta escrito nos livros cristaos e o atual cenario.
Opiniao da nossao direita salvadora????
primeiro: atacar, sem esperar motivo hammas fazendo que perca toda capacidade de ataque organizado.
segundo: continuar a fazer ataques estrategicos na siria, incluindo atauqes a instalacoes militares, isto sem esperar que haja motivo algum.
terceiro, levantar todos os depositos de municao de hezbollah e ataca-los, mesmo com as forcas de ONU por perto.
disse e impossivel NAO reconhecer
Rogério…
Putz..parece perseguição mas não é, estou te respondendo atrasado de novo.
¨A situação está bem pior do que imaginava, não consigo ver que politicamente seja interessante para a Suiça ver o fim de Israel, não é possível que haja interesse do Estado Suíço em querer isso, ou há?¨
Gostaria de conhecer mais sobre a politica suiça, mas se você seguir a história…eles não tem grande tradição em serem coerentes com algo que não seja o próprio interesse.
O marcante desta situação fica expresso na cara-de-pau absoluta da madame Calamidade, para estes politicos não existe necessidade de um compromisso com Israel, aliás isto é resposta ás pressões que Israel já fez contra os Suiços no passado, este tipo de europeu tem memória de longo prazo e nenhuma tendência á desculpar alguém.
Enfim, o interesse Suiço é dinheiro, tivesse Israel mais á oferecer do que os iranianos no momento…então eles fariam negócio com Israel, não existe uma preocupação ou uma moral política neste processo, só grana.
Felix
voce esta enquadrando demais as tuas perguntas. Assim teras sempre a esposta que quers.
A pergunta nao devria ser se a suissa quer a desrtruicao de Israel, a pergunta seria porque e que a suissa, via essa senhora, esta a prestar apoio a um pais que apregoa a destriuicao de Israel. Qiais os interesses??? o que ha por detras disso???.
Ovbiamente a suissa nao tem motivo algum para querer a destruicao de Israel, como tambem nao tem a alemanha, nem a franca, nnem a inlgaterra, nem enhum outro pais europeu, no entanto, todos eles fazem o jogo do Iran, a pergunta seria porque e que isso acontece e nao se eles querem a destruicao de Israel.
Se perguntasses se eles estao ligando para a possivel desrtruicao de Israel a resposta seria uma outra.
Mordechai,
Qiais os interesses??? o que ha por detras disso???.
Você está indo á raiz do assunto e na raiz não existe resposta racional, ela depende daquilo em que a pessoa acredita, se for explicar meu ponto de vista á um ateu a coisa não sai da estaca zero.
Oque todos os países fazem hoje no fundo não difere daquilo que fizeram no passado aos judeus, os métodos são outros, os argumentos são outros, só o anti-semitismo é o mesmo, e se os judeus não se precaverem os resultados vão ser idênticos aos do passado.
Felix
nao e o homem que repite a historia, a historia e que adora uma repeticao.
Acho que voe deu a rsposta, que e o que eu sempre afirmo. Vejo muito pouca diferencia entre o mundo de hoje e o mundo da pre guerra.
Ah, Félix (seria para o Mensageiro também mas ele deu o assunto como encerrado) lembrei de um negócio. E a tal da Blackwater? Estaria de acordo com as ditas normas legais de guerra?
Claudinha, você é impossível…
A Blackwater é uma “empresa especializada no ramo” que presta serviços terceirizados para o governo americano. Você preferiria que os EUA fizessem como o Irã, e mandassem crianças para a guerra?
Não querendo defender ninguém, pois nada na guerra é defensável, a Blackwater deve ser um anjinho perto dos grupos terroristas islâmicos que também devem prestar serviços terceirizados para muita gente importante no oriente médio e ainda por cima usam a população civil como bucha que canhão para reduzir custos.
(Amanhã eu vejo sua resposta. Agora está ficando um pouco tarde para brincar de labirinto… Boa Noite.)
Mensageiro
A Blackwater não é apenas uma “empresa especializada no ramo”. A coisa é muito mais complexa (e nojenta) do que isso. Só que é preciso um pouquinho de honestidade intelectual para admitir isso o que parece que você não tem. Portanto quem encerra a discussão desta vez sou eu.
Cláudia,
Sou um pouco mais ácido do que o Mensageiro e neste ponto sobre a BW concordo, existem aspectos ai que são nojentos, a linha que divide uma empresa especializada em segurança de uma agência de mercenários tem que ser entendida aqui.
Mas a questão não está no fato da Blackwater estar operando em condições duvidosas, para se dizer o mínimo, mas onde você quer chegar com a comparação ou inclusão disto dentro do assunto Pasdaran e Irã ou mesmo o Basidj, partido de Ahmadinedjad.
A presença da Blackwater contra a vontade do governo iraquiano, não vou discutir a legitimidade deste governo neste ponto, é uma situação de violência, alterar leis possibilitando crianças em se alistarem em esquadrões suícidas contra a vontade de seus pais, fazer propaganda nas escolas para recrutamento destas crianças e depois eregirem cemitérios que mais parecem uma cidade para cultuarem estes pequenos assassinados por um regime…
Isto Cláudia tem um outro peso.
Neste ponto fecho com o Mensageiro.
(Me lembrei da obra da Hannah Arendt…On Violence, preciso ler isto de novo, a diferenciação entre força, poder e autoridade, enquanto a Blackwater tem força, poder relativo que deriva da ocupação norte-americana e nenhuma autoridade, o caso iraniano reune força, poder e autoridade juntos, e dentro de um Estado como é a Republica Islâmica do Iran, as coisas assumem uma proporção bem diferente).
Eu parti da sua colocação, Félix, e do próprio Mensageiro sobre o que é legítimo ou não em uma guerra. Se vocês não vêem problema nenhum no que acontece lá e acham que essa situação obedece normas de guerra - desde seu início - então, não tenho absolutamente mais nada a dizer exceto que se trata de uma questão de consciência de cada um.
A propósito, causa mais admiração ainda sua posição depois de ter passado uma reprimenda em certos países que fazem tudo por dinheiro. Não entendo sua coerência, Félix. sinto muito.
Claudinha,
eu falei assim em termos meio descontraídos para ver se você se toca que é feio justificar o Irã, as FARC, etc. Isso ao meu ver é desonestidade intelectual. Não sou um patrulheiro ideológico como você que fica procurando pelo em ovo do inimigo. Então por quê é que os desmandos da Blackwater não é assunto constante na imprensa, como os atentados terroristas no oriente médio e sequestro, maus tratos e tráfico de drogas na Colômbia?
A verdade é que os EUA foram cretinos ao querer brincar de “amiguinho de Saddam”, mesmo sabendo o “histórico” de como ele chegou ao poder. Eles acabaram fazendo o trabalho pro Irã queria fazer. Isso é que eu chamo de “pagar mico”.
Se bem eu acho que se fosse o Irã que tivesse feito a invasão, ele não iria devolver o Iraque não…
Mensageiro
Feio é condenar sem julgar, o que é muito diferente de justificar. Feio é sequer levar em consideração posições diferentes das suas, reduzindo-as a um “como pode?!”. Feio é se achar o dono da verdade e jamais duvidar de si. Feio é chamar de patrulhamento ideológico toda e qualquer denúncia das máculas do seu mundinho perfeito.
Quanto aos desmandos da Blackwater, eles estão sobejamente publicados na imprensa - não é necessário nenhum patrulhamento ideológico para descobri-los, basta não ser cego, surdo e mudo.
Claudinha, por quê você tem tanta raiva de mim?
Não tenho raiva de você, só da sua soberba.
Claudia,
¨Se vocês não vêem problema nenhum no que acontece lá e acham que essa situação obedece normas de guerra - desde seu início - então, não tenho absolutamente mais nada a dizer exceto que se trata de uma questão de consciência de cada um.¨
Esta sua afirmação não é de forma nenhuma correta, quem já leu oque escrevi no passado sabe que sou contra oque ocorreu e ocorre no Iraque, esta foi e é uma guerra ilegal.
E me sinto neste caso tranqüilo para comentar outra situação ilegal e criminosa, genocida até a medula, a iraniana, pois aqui condeno os dois conservando o tamanho dos crimes em perspectiva, sem negar que são crimes.
O problema é quando você quer cancelar a gravidade de um crime usando outro, isto não faço.
Ah Claudinha… Então assim fica difícil.
Eu também não gosto nada da sua pavulagem…
Félix
Em nenhum momento pretendi diminuir a gravidade do fato ou justificar qualquer massacre, apenas estabelecer a crítica em um registro correto. Para se questionar a selvageria daquele sistema, sendo essa a realidade, penso que o Ocidente deve apresentar um padrão mínimo de decência que a meu ver - e ao seu também, correto? - não vêm sendo cumprido. A partir do momento em que se invade um país em nome de interesses monetários privados e que o mundo, por não ter outra saída, acaba apoiando essa excrescência, penso que perdemos uma margem enorme do direito de crítica.
Mensageiro
Não sei se você se lembra do nosso primeiro “contato”, lá no Piza. Naquela ocasião você também achou que eu estava me gabando e, seguindo a sua interpretação, falou uma bobagem sem tamanho para mim. Então, meu querido, sempre que achar que estou cometendo pavulagem, tente se lembrar daquele episódio e veja de que lado está o erro na interpretação.
Claudinha, eu me lembro. Você escreveu uma tolice que eu achei engraçada, mas politicamente incorreta. Então resolvi fazer uma graça, escrevendo outra, pro bem ou pro mal. Pelo jeito você ficou traumatizada…
Claudinha, já é a segunda vez que você fala desse primeiro “contato”. Você ainda guarda rancores daquele episódio? É por isso que me trata assim até hoje? Você já me chamou de cada coisa, e nem por isso eu te odeio…
Olha Claudinha, se algum dia eu tiver a oportunidade de ir a São Paulo, eu vou te avisar, pois eu vou te convidar pra bater um papo “cara a cara”. Aceitas?
A sua versão do ocorrido, Mensageiro, confirma o que disse antes sobre erros na interpretação. Você não entendeu o que aconteceu na época e parece que continua sem entender até hoje. Em outras palavras, eu continuo sendo uma estranha para você e, sendo assim, não vejo muito sentido em um encontro “cara a cara”.
Ok, Claudinha. Se você pensa assim, então deixa pra lá.
E já que eu sou um estranho, não me peça mais para brincar de labirinto! Com você eu só brinco agora de jogo da forca!